DEPOIMENTOS

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Josias A. Andrade
Revisor textual
arquitexto@gmail.com
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A riqueza de detalhes da narrativa leva o leitor a imaginar cada situação, muitas vezes colocando-se no lugar do personagem ou como espectador coadjuvante das cenas narradas ou mesmo dos diálogos entre os dois homens: Sérgio e o estranho.
Outro ponto de destaque no conto é a profissão de médico-legista do personagem, às voltas com cadáveres nas mais sórdidas situações. Ou seja, por causa de sua própria profissão percebe-se a razão de sua paranoia, não que os médicos-legistas sejam paranoicos. É que uns se saem melhor na profissão e outros, nem tanto. 
Novamente, de forma magistral, e sem querer fazer apologia ao seu trabalho, não comparando com outros, senão com aqueles que você mesmo já escreveu, digo tratar-se de obra de qualidade. Assim, observo a riqueza na construção de todo o enredo, como um artista pintando uma tela, pensando em cada tonalidade, em cada sombra, em cada elemento da cena.
Muitas são as situações em que o leitor, queira ou não, para sentir o sabor da obra, terá de raciocinar, pôr os neurônios para funcionar e, então, concluir, ou não. Aliás, o lado bom desses contos é o fato de o autor, muitas vezes, senão até com certa frequência, ocultar, de forma proposital, ou não, algo a respeito de seus personagens. Sabe-se, todavia, que são indivíduos problemáticos, matérias-primas para o estudo da psicanálise, quiçá, até da parapsicologia. Lembrei-me do Padre Quevedo: “Eso no existe”, como dizia. 
Bem, para finalizar, nem sempre a leitura de cada conto leva o leitor a uma conclusão, o que é extremamente positivo, abrindo assim, a possibilidade ao debate. Quem está habituado ao estilo “água com açúcar”, também presente nos contos, perceberá, até pela própria temática, uma mudança muito grande e certamente valorizará o seu trabalho.


Sobre o conto "A Última Necrópsia"


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Josias A. Andrade
Revisor textual
arquitexto@gmail.com
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Achei bárbaro seu texto.

Acho que você tem que escrever sempre, porque tem talento, imaginação fértil, criatividade e estilo, tudo o que se espera de um bom escritor.
Desejo muito sucesso e aguardo novos contos ou romances.


Um grande abraço.








Sobre o conto "O Chalé"

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Lúcia Facco
Crítica literária
lufacco@oi.com.br
Plácido, gostei muito do seu texto. A ideia central é bem interessante: a eterna luta entre o bem e o mal; entre a fé e a descrença; entre Deus e o diabo. E o papel que os homens desempenham nessa briga. A escolha de cada um influenciando, diretamente, as vidas das pessoas.
É muito bacana o jogo que você faz de colocar narrativas dentro da narrativa maior, todas com o mesmo personagem (de forma concêntrica, como anuncia o título). Trata-se de histórias de terror e suspense, que lembram bem o clima das histórias de Stephen King.
Em relação ao aspecto formal, o texto está muito bem escrito. Percebe-se que foi feita uma revisão ortográfica caprichada. O léxico utilizado é excelente, pois é simples e enxuto, o que confere elegância e fluência ao texto.
A divisão dos capítulos é boa e os diálogos são bem construídos, soando de maneira natural, condizente com a linguagem oral.
Além disso, você faz descrições precisas, que ajudam o leitor a se ambientar e se deixar envolver pela narrativa.
Os personagens são bem construídos e bem desenvolvidos, especialmente Pedro e Maldonha. É fácil, para o leitor, criar empatia com eles. Esse aspecto é muito positivo, pois é outra coisa que faz com que o leitor se envolva com a narrativa. Ele torce pelos personagens e fica curioso para saber o que acontecerá com eles.

Sobre o livro "O Mistério do Viúvo Maldonha"




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